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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

13 atitudes que diferenciam bons líderes de chefes

Mesmo que você não seja um líder nato, é possível adotar práticas que melhorarão seu desempenho

Patos seguindo em fila


Liderança: especialistas dizem que existem práticas que podem ser adotadas para a formação de um bom líder

São Paulo - Ser chefe é fácil: basta mandar e amedrontar quem não estiver alinhado com suas ideias. Todos conhecem intuitivamente a diferença entre um chefe e um líder, desses capazes de pedir que você fique além do expediente para concluir uma tarefa e você... fica, por entender a importância do pedido e por se sentir estimulado a dar sua contribuição para determinado projeto.

É claro que há líderes natos, que sabem por intuição como se portar e como conduzir outras pessoas. Porém, especialistas consultados por EXAME.com dizem que é possível aprender a liderar por meio de práticas desenvolvidas ao longo do tempo. Veja 13 atitudes para se conseguir uma liderança estável:
1 Ter consciência de que líder também erra
Uma das premissas do mundo dos negócios é que os maiores resultados provêm de grandes riscos. Assim, liderar uma empresa implica necessariamente em arriscar-se, ou seja, lidar com a possibilidade de não dar certo. O gerente do escritório da Michael Page no Rio de Janeiro, Marcelo Cuellar, diz que, para ter uma liderança estável, quem está no comando precisa ter a consciência de que em algum momento vai errar e deve estar pronto para tomar uma atitude quando isso acontecer. “É preciso se jogar no mar e estar disposto a engolir água. Se nadar só na piscina, não aprende a ser líder”.
2 Ser empático
É consenso entre os especialistas que uma liderança estável depende de quanto o líder conhece quem ele lidera. E, para isso, ser empático é fundamental. “Ele precisa se colocar no lugar de pessoas que enfrentam o que ele não enfrenta. Não quer dizer que ele terá que concordar com tudo que o outro faz, ou ceder sempre, mas assim ele poderá argumentar”, diz Cuellar.
3 Ter autoconhecimento
Para saber entender as necessidades do outro, é preciso conhecer bem a si mesmo. “O líder tem que ser consciente do profissional que ele é para poder executar ações que favoreçam a empresa”, diz a  professora e coordenadora de gestão de pessoas da Fundação Dom Cabral, Clara Linhares.
4 Estar atento às expectativas do grupo

“A liderança se caracteriza pela capacidade de superar as expectativas do grupo. Para conseguir isso, é preciso estar atento e saber reconhecer quais são essas expectativas”, diz o coach organizacional  Homero Reis.
5 Traduzir o discurso em atitudes
É o que o coach Homero Reis chama de “autoridade relacional”. Segundo ele, o líder tem por obrigação mostrar com atitudes aquilo que prega.
6 Partilhar informações
Um time conduzido às cegas não dá resultados. Quanto mais os funcionários de uma empresa souberem o que acontece dentro dela, mais eficientes eles serão. É o que defende Mariella Gallo. “A sensação de exclusividade, de saber tudo, não é interessante para quem lidera. Quanto mais o líder delegar e compartilhar informações, mais respeitado ele será”. 
“As pessoas precisam saber para onde estão indo. O líder tem que compartilhar as informações que embasam suas decisões”, reforça o sócio da consultoria Atingire, Fernando Jucá.
7 Estar em constante processo de aprendizagem
Líder parado no tempo não é líder. Quem está no comando precisa manter o grupo sempre alimentado de novidades, defende Reis. “É muito importante estar em uma educação continuada, demostrar que está sempre pesquisando, estudando e inovando”.
8 Não tratar todo mundo igualmente
Um bom líder não é aquele que define uma maneira única de conduzir todas as pessoas. Ele precisa identificar quais são as necessidades de cada um e saber lidar com elas, para fazer a empresa crescer. “Um funcionário profissionalmente imaturo, inseguro, precisa que o líder transmita muita confiança, que o conduza. Já um profissional que é muito confiante no que faz precisa de liberdade”, exemplifica o professor de liderança da Business School São Paulo, Gilberto Guimarães. “Um líder que trata todo mundo igual é injusto”, reforça Cuellar.
9 Fazer uma boa gestão do tempo
No mundo dos negócios, as mudanças ocorrem muito rapidamente e carregam um grau de informação enorme. De acordo com a coach Mariella Gallo, um líder eficiente precisa saber administrar essas mudanças, filtrar o que é importante e tomar atitudes. 
10 Saber "definir o futuro"
Não se trata de adivinhação e sim de percepção. Um líder precisa tomar as decisões mais certas possíveis. Para isso, ele tem de estar atento aos sinais que indicam o que pode acontecer no futuro. “É fazer uma leitura do que está acontecendo agora para descobrir quais são as tendências. Se a meteorologia diz que vai haver um inverno rigoroso, significa que vou vender menos sorvete”, exemplifica Gilberto Guimarães.
11 Ser humilde
Um bom líder reconhece a importância de cada pessoa. “O inverso disso é arrogância. O arrogante não escuta o outro e, por isso, comete muitos erros. Quem é arrogante é chefe, não é líder, porque só cria medo e não respeito, e o medo diminui a produtividade. Pessoas com medo são incapazes”, revela o professor Gilberto Guimarães.
12 Preparar sucessores
Clara Linhares defende que líder eficiente é o que não tem medo de perder a função e nem as pessoas. “Ele precisa reconhecer na equipe quem poderão ser os seus sucessores. É uma tarefa muito difícil, mas cada vez mais necessária”.
13 Ter uma “franqueza educada”
Muita gente confunde franqueza com falta de educação. Fernando Jucá defende que uma liderança precisa de “franqueza educada”. “É ir direto ao ponto, mas sem grosserias”.


Wallace Oliveira Cruz /Estudante em Marketing e Teologia Bíblica



 

A Diferença entre ser Chefe e Líder



  
liderança equipe
Confira as principais diferenças entre chefiar e liderar

De primeira, pode parecer que para comandar uma equipe, é necessário ser chefe dela, mas há muita diferença entre chefiar e liderar.

De início, as pessoas têm a mania de confundir os dois, às vezes por falta de experiência ou até mesmo falta de tato, sem contar que um líder pode ser um chefe, mas um chefe não pode ser um líder. Ficou confuso? Então confira as principais diferenças entre chefiar e liderar.

Um chefe
Tem tendência a comandar pessoas, impor ordens e ser autoritário. Também é conhecido por centralizar o poder e pensar apenas nos resultados e lucros. Os chefes são temidos e não respeitados, seus funcionários geralmente são pessoas que não se sentem abertos a relatar problemas e muito menos pedir conselhos quando têm dúvidas. O chefe vê seus funcionários como subordinados que devem seguir suas ordens da maneira que ele acha mais eficaz, sem pensar no bem-estar coletivo. Ele nunca incentiva ou motiva, já que acha que realizar um trabalho excelente é dever do funcionário e, quando isso não é visto, ele faz questão de apontar os erros. O chefe joga a responsabilidade em cima de sua equipe quando algo não dá certo e se vangloria quando um objetivo é alcançado.

Chefe coaching
Um chefe tem tendência a comandar pessoas, impor ordens e ser autoritário.

Um líder
Conduz as pessoas e as inspira. É conhecido por ser um motivador de sua equipe, mostrando a direção que devem seguir e, mais importante, ir junto. Os líderes têm tendência a serem muito respeitados por seus funcionários, e o respeito têm muito mais eficiência do que o temor. O líder busca não só resultados, mas a melhor maneira para ele e para a equipe conseguir alcançá-los, já que ele não pensa no poder como algo centralizado e sim uma responsabilidade que deve ser dividida. O líder não costuma dizer que tem subordinados, e sim uma equipe, ou um time. Ele ouve as pessoas ao seu redor e está sempre disposto a tirar dúvidas.  Ele procura trazer o melhor de cada um à tona e valoriza as habilidades dos indivíduos, respeitando suas dificuldades e trabalhando junto com a pessoa para ajudá-la a superá-las. O líder se responsabiliza junto com sua equipe quando algo não dá certo e divide a glória quando o objetivo é alcançado.

Algumas pessoas já são líderes natos, outras precisam se aperfeiçoar. Uma boa liderança pode trazer benefícios para a empresa, pois uma equipe bem conduzida e mais motivada se torna mais eficiente. Nos cursos de coaching, as pessoas aprendem a liderar e serem aptos a conduzir as pessoas de uma maneira positiva e com resultados satisfatórios.
Conheça os cursos da SBCoaching e veja qual se encaixa melhor para você se tornar um líder de sucesso.

Autor: Villela da Matta

Fundador e presidente da Sociedade Brasileira de Coaching, uma organização pioneira, com mais de uma década de tradição em excelência e qualidade. Master Coach com mais de 20 anos de experiência em grandes corporações globais, tais como Serasa, Votorantim, Coca-cola, Daimler Chrysler & Mercedes Benz. Formado em MBA pela FGV e possui diversas especializações em ciências do comportamento, gestão e liderança. 


Wallace Oliveira Cruz /Estudante em Marketing e Teologia Bíblica

Como fazer um currículo bem feito?

Percebemos que a dúvida de como estruturar um currículo é bem frequente aos futuros profissionais do mercado de trabalho, sendo assim, resolvemos trabalhar  novamente a  melhor forma de se estruturar um currículo, valorizando as informações.  Para isso, contamos com a ajuda da profissional de Recursos Humanos da SYDLE, Alessandra Ravaiani.

Abaixo, você terá acesso a um passo-a-passo de como elaborar um currículo, basta seguir as orientações.
modelo curriculo Como fazer um currículo bem feito?
Clique no currículo para visualizar.
O currículo é a porta de entrada para qualquer processo seletivo. Veja como reunir as informações de forma mais assertiva possível:
1° passo: Dados pessoais. Comece seu currículo com seus dados pessoais, coloque seu nome, telefone (com DDD),e-mail e endereço, no mínimo. Não é obrigatório, a não ser que a empresa solicite colocar CPF, RG, data de nascimento e estado civil.
 2° passo: Perfil Profissional. Esta é a mais importante etapa do currículo. É o momento de escrever, em torno de 5 linhas, um resumo de suas experiências, formação, objetivo profissional e possíveis incoerências. Se o currículo tiver essa etapa, será o primeiro local que o recrutador irá ler. Por exemplo, se você for de uma cidade e estiver concorrendo a uma vaga em outro local, ou se tiver experiências somente em uma área específica e tiver concorrendo a outra área, explique isso neste espaço. Por exemplo: Estudante de Psicologia, atualmente reside em SP e possui experiência de um ano na área clínica. Hoje procura oportunidade na área de Recursos Humanos em Belo Horizonte. Observem que o “Perfil profissional” foi escrito em terceira pessoa.
 3° Passo: Escolaridade. Se for um candidato de 2° grau, coloque a escola e o ano em que estiver cursando. Se for um candidato do ensino superior, torna-se desnecessário escrever sobre o 1° ou 2° graus. Foque na graduação, dizendo o nome da Instituição, nome do curso, data de início e fim ou previsão de conclusão se ainda estiver cursando. Utilize as mesmas dicas para Pós-graduação, Mestrado ou até outras graduações e não deixe de especificar se o curso está concluído ou em andamento.
 4° passo: Experiência Profissional. Momento de descrever suas experiências, diga a Empresa, Cargo, Período (data de início e fim) e Atividade. Dizer o cargo é muito importante, porém não deve se limitar a ele. Nomenclaturas para as funções podem variar muito de empresa para empresa, por isso a importância do campo Atividade, será o momento de descrever o que fazia em cada experiência, dizendo suas responsabilidades e rotina de trabalho. Também é preciso colocar data de início e fim, e não coloque apenas o ano, os meses são fundamentais. Um candidato que coloca: de 2009 a 2010, pode se referir de um mês a dois anos de experiência e isso fará muita diferença. Experiências curriculares e estágios também devem ser colocados, principalmente se não houver experiências profissionais para descrever ou citar. Porém experiências antigas e que não possuem relação com a vaga pretendida, não precisam ser descritas.
 5° passo: Formação Complementar. Momento de falar sobre cursos menores, de curta duração. Escreva a instituição, carga horária e ano de realização. Línguas também podem ser descritas neste espaço ou podem criar um tópico a parte para Idiomas. Diga o nível, por exemplo, Básico, Intermediário ou Avançado. Coloque em qual instituição fez seu curso de idioma e há quanto tempo estuda aquela língua.
 6° e último passo: Conhecimentos complementares. Descreva seus conhecimentos em informática e o nível de seu conhecimento, além de outros que julgar relevantes.
 Por fim, vamos a algumas dicas gerais:
• Tente não ultrapassar 2 páginas de currículo. É garantido que o recrutador não irá ler o currículo inteiro se este for muito longo;
• Erros de português são inaceitáveis. Cuidado com a escrita;
• Não diga características pessoais como: Sou dinâmico, aprendo rápido, bom relacionamento interpessoal. Qualquer candidato pode dizer isso, o momento da entrevista ou de uma possível dinânica, será o momento de demonstrar suas habilidades comportamentais e pessoais e não no currículo;
• Cuidado com a organização. Deixe as informações fáceis de serem encontradas. Separe os títulos com Negrito ou Caixa alta;
• Escreva o suficiente, sem enrolar. Foque naquilo que deve ser dito;
• Ao enviar o currículo, diga no assunto do e-mail o nome da vaga para qual deseja se candidatar, isso ajudará o trabalho do recrutador;
• E a mais importante de todas as dicas: Não minta, seja sincero e coerente em seu currículo!
 E se você for convidado para continuar no processo seletivo após o envio de seu currículo, você já está na frente de muitos candidatos! Aí é só caprichar na entrevista! Boa sorte!



Wallace Oliveira Cruz /Estudante em Marketing e Teologia Bíblica